O NÓ DO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO | Futuro da Economia

O NÓ DO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO




O NÓ DO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO

     O pior para um país em alcançar o desenvolvimento, é lutar e vencer as incertezas externas e internas.
Os problemas do exterior são criados de forma independente, ao passo que as questões internas dependem 
do livre arbítrio constitucional.
     O Brasil precisa vencer 3 barreiras, cujas contingências, serão reduzidas com grandes programas de 
administração pública, austera e de médio prazo; período de 10 anos. O controle das contas públicas, dedicação
ao ensino fundamental e a preparação técnica para a moderna utilização da mão de obra brasileira, é o nó.
     Tomando como base a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, com dados do ano 2000,
podemos considerar que o desenvolvimento econômico brasileiro depende ainda de um Estado centralizador. Quando
analisamos a conta da previdência social passados 19 anos, o regime geral recolhia então, 56 bilhões de reais e pagava 
benefícios de 66, enquanto a previdência dos servidores públicos recebia 7 bilhões de reais e pagava 52 bilhões. Nessa
pesquisa o grau de analfabetismo nacional acima de 15 anos era de 14%, ela salientava ainda a comparação com nossos
vizinhos, como o Chile-4%, Argentina-3% e Paraguai-6%.
     O diagnóstico da época também observava nos registros a consistente deterioração na avaliação dos alunos nas disciplina
básicas. Se esses dados ultrapassados quase 20 anos, sofrerem traduções políticas, ainda assim, a ordem técnica apresentada
prevalecendo hoje, o Brasil terá que resolver e desatar o nó do seu desenvolvimento com urgência, é um conflito encrostado nas 
despesas do governo, ela subtraiu tudo aquilo que ficou perdido na educação e na preparação da geração que hoje tem 19 anos.













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